Improviso quase perfeito...
Há respostas para que não tenho perguntas
Como uma harpa sem cordas
Que ainda se deixasse dedilhar
Aquela harpa lembras-te?
Que voou do altar da casa das artes
Depois de ter perdido a serventia do toque
A ressonância do toque
E que já não chegaste a ouvir
Quando os olhos ouvem
Respostas que esperam perguntas
Harpas que mendigam dedos 
A tua harpa 
A minha harpa
Os nossos dedos.


* Posted by Ademar Santos
Fonte: abnoxio/Club-k



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