Os EUA foram um país grandemente racista e esclavagista mas, com o decorrer dos anos as diferenças raciais foram sendo amenizadas tal como aconteceu ao longo dos anos em Angola e já em 1975 as diferenças raciais existentes eram praticamente as mesmas que actualmente são nos EUA.

 

Os americanos tiveram a sorte de terem um concorrente à presidência afro-americano mestiço que, segundo o seu discurso, pretende que nos EUA a partir de agora haja igualdade de direitos para todos.

 

Nós, em Angola, tivemos a pouca sorte de ter havido em Portugal em 25 de Abril de 1974 uma revolução feita militares ultra-esquerdistas ligados ao Partido Comunista Português que impuseram ao nosso país uma política Marxista-Leninista nacionalizando praticamente toda a economia o que mais tarde se verificou ser um autêntico desastre.

 

Os mesmos militares ultra-esquerdistas como é óbvio, entregaram Angola a um movimento comunista que era o MPLA embora no Acordo de Alvor ficasse acordado dar a independência a Angola com todos os três movimentos e para TODOS os seus habitantes, pretos, brancos e mestiços que contribuíram com o seu trabalho para o seu engrandecimento, sendo, por isso, em 1975 a nação mais próspera de toda a África ocidental. 

 

Tivemos a pouca sorte de o MPLA ter um presidente comunista e não um Barack Obama que certamente faria eleições livres para um governo e um presidente.

 

Em vez disso o MPLA fortemente armado com equipamento russo moderno e com o consentimento do almirante “vermelho” português Rosa Coutinho, fez guerrilha urbana aos outros partidos levando com isso à destruição de Angola e consequente abandono da população que mantinha a nação no seu nível económico.

 

Em todos os países do mundo existem pobres e ricos mas se a independência de Angola fosse tal como foi acordado no Acordo do Alvor (para todos) actualmente Angola seria um grande país próspero, sem discriminações raciais e nunca teria passado pela guerra que o destruiu completamente fazendo milhares de mortos e deixando o país infestado de minas (cerca de 38 milhões) que actualmente impedem o povo dos “musseques” de regressar aos seus kimbos.

 

* Rubellus Petrinus (Kota)
Fonte: Club-k



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