Um em cada três assassinatos de chefes de Estado de todo o mundo, ocorrido nos últimos 60 anos, aconteceu no continente africano, tendo o último deles sido o de “Nino” Vieira.

Quarenta e seis dirigentes - 17 deles africanos - foram assassinados durante os últimos 60 anos, entre os quais o presidente norte-americano John F. Kennedy e o do Chile Salvador Allende, bem como os reis Faisal da Arábia Saudita e Birendra, do Nepal.

A maioria dos dirigentes africanos morreu em incidentes registrados durante golpes de Estado.O primeiro dos chefes de Estado africano assassinado foi o presidente de Togo, Sylvanus Olympo, em 13 de janeiro de 1963.

Desde então, foram mortos também os presidentes da Somália, Abdel Rashid (1969), de Madagascar, Richard Ratsimandrava (1975), do Chade, N’garta François Tombalbaye (1975) e da Nigéria, Murtala Ramat Mohamed (1976).

Os presidentes do Congo, Harien Ngouabi (1977), da Libéria, William Tolbert (1980), do Egito, Anwar al Sadat (1981), de Burkina Faso, Thomas Sankara (1987) e das Ilhas Comores, Ahmed Abdala (1989) foram outros dos chefes de Estado assassinados.

Na década de 1990 foram mortos os presidentes da Libéria, Samuel Doe (1990), do Burundi, Melchior Ndadaye (1993), de Ruanda, Juvenal Habyarimana (1994), de Burundi, Ciprien Ntaryamira (1994) e de Níger, Ibrahim Bare Mainasara (1999).

No ano 2001 foi assassinado o presidente da República Democrática do Congo, Laurent Kabila, e, nesta segunda-feira, o da Guiné-Bissau, João Bernardo “Nino” Vieira.

Fonte:  Publico



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