ImageLisboa - O Ecobank tem planos avançados para se implantar em Angola. Está, para o efeito, a negociar a aquisição da participação de 60% do Finibanco no capital do Finibanco Angola.

Os 40% sobrantes pertencem a investidores angolanos, os mais importantes dos quais são, aparentemente, Assunção dos Anjos (na foto), Carlos Feijó e José Leitão. O Ecobank, representado no processo de entrada no Finibanco, por um dos seus administradores executivios, o guineense Paulo Gomes, tem como interlocutores directos os representantes do capital angolano – que em princípio adquirirão a participação do Finibanco, total ou parcialmente, alienando-a a seguir, na totalidade ou em parte, ao Ecobank. Com sede em Lomé, Togo, o Ecobank passa por ser o banco comercial da CEDEAO/UEMOA, que controla 60% do capital. 

Os restantes estãodispersos por investidores privados, em especial nigerianos e ganeses (e outros, como o grupo russo Renaissance). Tem sucursais em 17 países, todos da África Central – Guiné-Bissau e S. Tomé e Príncipe incluídos.

A entrada do Ecobank em Angola corrresponde aparentemente a desideratos da geopolítica de Angola (AM 352), entre os quais o de estabelecer afinidades com a África Central, de modo a projectar aí interesses e influências alargadas ao Golfo da Guiné.

Fonte: AM



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