Luanda  - 1. O Bloco Democrático (BD) realizou a 5ª Reunião Ordinária do seu Conselho Nacional, em Luanda, no dia 22 de Abril de 2017, onde fez a análise da situação política, económica e social do país e o balanço da vida interna do partido, nomeadamente do nível de cumprimento das comissões de trabalho criadas nas reuniões anteriores.
 
Fonte: BD
 
2. A 5ª reunião do Conselho Nacional do Bloco Democrático (BD) constatou que a situação política nacional se caracteriza pelo aumento da intolerância política, pelo reforço da hegemonia do partido do poder no espaço público, pelo incremento do medo, da repressão e do condicionamento dos eleitores, entre outros constrangimentos, pelo que reafirma a necessidade de um pacto políco geral pela Mudança do regime e pela preservação das forças democráticas e progressivas.
 
 
3. O Conselho Nacional, ao apreciar os resultados dos esforços do partido junto dos outros partidos da oposição credível e da sociedade civil, constatou a impossibilidade de uma ampla coligação de toda a oposição que era a política defendida pelo Bloco Democrático (BD);
 
 
4. Em consequência dos pronunciamentos de alguns líderes da oposição e na impossibilidade de uma coligação de todas as forças de oposição credíveis, o Bloco Democrático (BD), com vista à prossecução dos seus desígnios, nas próximas eleições gerais e na política nacional, nos termos do artigo 24º, alínea i) dos seus Estatutos, decidiu participar da coligação CASA–CE, usufruíndo dos mesmos direitos e partilhando dos mesmos deveres que os partidos integrantes da referida Coligação e mantendo, como os demais, a sua identidade partidária;
 
 
5. Nessa conformidade, a 5ª reunião do Conselho Nacional do Bloco Democrático-BD, mandatou o seu presidente para firmar o pacto de coligação com os demais partidos e requerer ao Tribunal Constitucional a respectiva anotação para os devidos efeitos eleitorais e legais.
 
 
6. O Bloco Democrático (BD) reafirma a sua opção pelo fim do regime autoritário e o seu compromisso nacional com a Educação, com a luta pelo acesso à água potável para toda a população, por um programa alargado para a Saúde, pela consagração de um sistema universal de Assistência Social, por um plano de implantação imediata das autarquias e pelo fim imediato da política de pilhagem nacional, a que chamam “acumulação primitiva de capital” que concretize uma mudança política, económica e social do país, objectivo ao qual espera ver associada a Sociedade Civil e todos os cidadãos de boa vontade.
 
 
A 5ª REUNIÃO DO CONSELHO NACIONAL 
Luanda, 22 de Abril de 2017
 
O CONSELHO NACIONAL
LIBERDADE, MODERNIDADE E CIDADANIA.

 



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