Luanda - Na passada Quarta-feira trinta e cinco ambulâncias entre usadas e novas, afectas ao Instituto Nacional de Emergências Médicas (INEMA), foram encontradas num centro médico em Viana por uma comitiva liderada pelo Governador de Luanda, Sérgio Luther Rescova Joaquim, na altura em que efectuava uma visita surpresa em algumas unidades sanitárias naquele município. 

Fonte: Club-k.net

Em reacção, a direcção do INEMA, no dia seguinte, tornou público na Quinta-feira que não estavam abandonadas e que há mais de cinco anos não se consegue peças para reparar os meios. 

 

E, quanto as novas, têm sido distribuídas de acordo com a planificação do Ministério da Saúde.

 

Surpreendentemente, nesta Sexta-feira no período da tarde, trinta e oito ambulâncias do mesmo lote, foram encontradas e abandonadas num terreno na zona do Benfica. 

 

De acordo com o proprietário do terreno, mecânico, supostamente do INEMA, terá depositado as viaturas no local há mais de um ano.

 

Em relação a esta última ocorrência, até ao momento, nenhum membro da Direcção do INEMA ou do Ministério se pronunciou e ha dúvidas que o façam, porque justificaram que as viaturas encontradas em Viana, na conferência de imprensa, se tratava de um único caso.

 

Como cidadão, penso que o INEMA falhou, logo, peço que se chame os responsáveis para melhor esclarecerem o assunto, porque a nova dinâmica de governação do País opta pela inclusão. Como se explica que mais de 73 viaturas compradas em 2010 tenham funcionado 3 a 4 anos e de lá para cá não se consegue recuperar uma? Pior, sobotadas como está evidente?

 

Estou de rastos, sinto-me triste e espero que a situação seja melhor apresentada publicamente para os devidos esclarecimentos  sobre o assunto, uma vez que o lema continua a ser melhorar o que está bem e corrigir o que está mal. Que sejam responsabilizados os responsáveis do INEMA e os  promotores desse mal que afectam as nossas populações, porque essas viaturas fazem falta e podiam ser atribuídas aos centros médicos, hospitais e unidades para que cada uma pudesse reparar se necessário e utilizá-las, faltou vontade, tenho dito.

 

 



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