Ondjiva - A Procuradoria-Geral da República (PGR) na província do Cunene registou, no período de Janeiro a Julho último, sete denúncias de suspeitas de corrupção, numa altura em que o Ministério Público tem em instrução preparatória, em todo país, cerca de 80 processos e 150 inquéritos.

Fonte: Angop
As denúncias tiveram como suporte relatórios da Inspecção Geral do Estado, inquéritos e as redes sociais, informou nesta quinta-feira, em Ondjiva, o sub-procurador da República em exercício no Cunene, Teófilo Bungo.

Segundo o magistrado, o processo segue os seus trâmites normais, estando envolvidos responsáveis que ocupam cargos no funcionalismo público.

IGAE remete 35 processos à PGR

Por outro lado, na província de Lunda Norte, cerca de 35 suspeitos de irregularidades no domínio da gestão financeira e patrimonial, em algumas instituições públicas, foram remetidos à Procuradoria-Geral da República (PGR) pela Inspecção Geral da Administração do Estado (IGAE), para as devidas investigações.

A informação foi avançada nesta quinta-feira, pelo inspector-geral da IGAE, Sebastião Gunza, quando fala à imprensa, à margem da palestra sobre “A Probidade e Prevenção à Corrupção”, promovida pela Procuradoria-Geral da República, no âmbito do Plano Integrado de Intervenção nos Municípiosl (PIIM).

Sem avançar pormenores sobre as irregularidades e o número de instituições suspeitas, disse tratar-se de casos registados desde Janeiro.

A IGAE lançou recentemente uma campanha de combate à “pequena corrupção”, que visa acabar com algumas práticas irregulares na prestação de serviços normais.

O responsável explicou que tal campanha visa igualmente combater os agentes públicos que ainda insistem em extorquir os cidadãos que procuram pelos serviços normais, sobretudo nas administrações municipais.



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