Luanda - Na sequência de uma entrevista ao telejornal da TPA, na sua edição de dia 8 de Novembro, o PCA do referido órgão, Dr. Francisco Mendes, profere declarações com imprecisões que reputamos de graves, por faltarem com a verdade, pelo que nos servimos do presente para repor a verdade dos factos.

Fonte: Semba

"REPOSIÇÃO DA VERDADE DOS FACTOS"

É sugerido na referida comunicação que houve utilização abusiva dos estúdios, sem acordo e sem beneficio para a TPA. Houve acordo com a Administração da TPA, para a utilização do estúdio de 1.200 m2, para a gravação de uma novela nacional e em contrapartida, o canal 1 da TPA estreou e fez em exclusivo a exploração comercial do conteúdo na sua antena, sem qualquer custo.



Terminada a gravação da novela, foi autorizado pelo Ministério da Comunicação Social e pela Administração da TPA, a utilização do referido estúdio para a produção dos conteúdos para o canal 2 da TPA e consequente saída do auditório da RNA, que já não dispunha de condições adequadas para o efeito.


Com esse exclusivo propósito, foi feita uma melhoria na cenografia e imagem gráfica dos programas e o canal 2 passou a ser o primeiro canal público a ser produzido totalmente em alta definição (HD).


Relativamente à utilização esporádica dos estúdios de 400 m2, os mesmos foram para produzir conteúdos para benefício do canal 1 da TPA, sem quaisquer encargos para a mesma, nomeadamente Espaço Público, especiais para Eleições e Segurança Pública. Todos eles com envolvimento directo de meios e recursos da Semba.

Mais informamos a opinião publica, que os equipamentos retirados de Camama foram computadores pessoais de suporte à produção, arquivo e cabelagem de áudio externa, nossa propriedade, que adicionamos ao estúdio, sendo totalmente falso que tenham sido levadas câmaras, equipamentos de emissão, de transmissão, ou de outro tipo, como várias vezes sugerido, que pudessem impedir ou por em causa a contínua e saudável emissão do canal 2 da TPA.



Estamos como sempre estivemos disponíveis para responder e esclarecer a quaisquer duvidas que possam surgir decorrentes da nossa prestação de serviço.


Lamentamos que a Administração da TPA, findos dois anos da sessação unilateral do contrato, continue a preferir enveredar por uma campanha de intoxicação da opinião pública para justificar o seu desempenho.

Luanda aos 9 de Novembro de 2019

Administração
SEMBA COMUNICAÇÃO



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