Luanda - O Comandante-geral da Polícia Nacional Angolana conta com o apoio da Guarda Nacional Republicana portuguesa na formação dos seus quadros nas áreas de ensino e tecnologias de informação.

Fonte: Lusa

O comandante-geral da polícia angolana, Paulo de Almeida, anunciou a "Operação Resgate", que arranca em novembro para repor a autoridade do Estado, combate do crime, imigração ilegal e transgressões administrativas, terá um caráter "repressivo e pedagógico", Luanda, Angola, 26 de outubro de 2018.

 

O comandante-geral da Polícia Nacional Angolana disse esta terça-feira, em Luanda, que conta com o apoio da Guarda Nacional Republicana portuguesa na formação dos seus quadros, com realce para as áreas de ensino, gestão operacional e tecnologias de informação.

 

Paulo de Almeida falava no encontro que manteve hoje com o comandante-geral da Guarda Nacional Republicana de Portugal, tenente-general Luís Miguel, que chegou na segunda-feira a Luanda, para participar nas festividades do 44.º aniversário da corporação angolana.

 

Na reunião, Paulo de Almeida sublinhou que a Polícia Nacional está seriamente apostada na formação dos efetivos no sentido de melhorar a sua eficiência no cumprimento das missões.

 

Por sua vez, o comandante-geral da Guarda Nacional Republicana referiu-se ao dinamismo da polícia angolana, que “está no bom caminho”, salientando que a GNR conta também com a sua experiência neste domínio.

 

“A troca de experiência é comum, queremos saber também como é que a Polícia Nacional Angolana tem ultrapassado a situação da criminalidade. Ela não é estática”, refere uma nota da Polícia Nacional distribuída à imprensa.

 

Luís Miguel realçou o empenho da GNR no estreitamento das relações de cooperação entre os dois países.



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