Lisboa – O grupo Média Nova (que detém a “TV Zimbo”, a “Rádio Mais”, a “Damer Gráfica” e o jornal O País),  é até ao momento o único empreendimento empresarial ligado ao antigo trio presidencial (Manuel Domingos Vicente, Manuel Hélder Vieira Dias Júnior “Kopelipa”, e Leopoldino Fragoso do Nascimento) na qual o Serviço de Recuperação de Ativos da Procuradoria-Geral da República (PGR) observa dificuldades  em proceder ao seu confisco a favor do Estado angolano.

Fonte: Club-k.net

 PGR desafiada a provar que grupo  foi criado com  fundos públicos 

Nos mais recentes contactos entre as partes tendo em vista ao confisco, os resultados foram considerados como insatisfatório uma vez que os  representantes dos acionistas recusou-se assinar o documento de cedência providenciado pela PGR. O argumento transmitido pelos representantes dos acionistas deste grupo de comunicação social é de que o “Media Nova” foi constituído com recurso a credito bancário na qual os seus entusiastas continuam a pagar ao banco.


Os  representantes dos acionistas são de opinião que em caso de confisco a favor do Estado, o futuro beneficiário final deverá comprometer-se assumir todos os passivos da empresa, com realce a divida por saldar as instituições financeiras. As conversões ficaram paralisadas mas com o objetivo de haver continuidade nos próximos dias, uma vez que a PGR teve insucesso em apresentar evidencias de que o “Media Nova” foi criado com fundos públicos.


Um outro antigo dirigente Antônio Manuel Rabelais que foi objecto do mesmo processo, optou por não contrariar as autoridades entregando um canal de televisão “TV Palanca”, por si detido, invocando problemas financeiros.


Constituído  em Julho de 2007, o Grupo “Media Nova” teve como principais entusiastas figuras próximas ao circulo restrito do ex- Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, que teriam beneficiado de um credito bancário do antigo BESA.


Em 2008,  este grupo empresarial avançou com o lançamento de um canal de televisão  (TV Zimbo).  Na altura, Lopo do Nascimento e o falecido antigo CEMGFA, General João Batista de Matos foram convidados para participar como  investidores, mas ter-se-ão escusado.


O “Media Nova” tem como PCA, Filipe Correia de Sá mas é Samora Borges Sebastiao Albino que responde pelos acionistas.



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