Luanda - Adalberto da Costa Júnior disse que vai retirar a UNITA do “segundo plano “ e da posição de partido “subalterno”, se vencer as eleições para a presidência do partido.

*Manuel José
Fonte: VOA

No lançamento formal da sua campanha disse que a UNITA “não pode continuar como mero coadjuvante”.

 

“Isto é o que o MPLA quer, de um personagem secundário tímido que serve apenas para disfarçar esta democracia imperfeita, precisamos de ter noção da força que a UNITA tem e não nascemos para ficar na periferia da politica", disse

 

O actual presidente da bancada parlamentar da UNITA disse que o partido tem que lutar de forma eficaz contra “a fome a injustiça (que) ainda afligem milhares de angolanos”.

 

“Falta de tudo nas nossas famílias comida, médico, escola, trabalho digno e esperança, enquanto uns esbanjam riquezas, temos que devolver a paz e a democracia aos angolanos", acrescentou.

 

Adalberto Costa Junior disse já ter consigo o documento comprovado que renunciou á cidadania portuguesa. Os estatutos da UNITA proíbem a dupla cidadania para os seus dirigentes.

 

Ele foi o único a apresentar as linhas de força da sua candidatura para substituir Iasías Samakuva.

 

Kamalata Numa, Alcides Sakala e Pedro Cashiungo ainda não o fizeram, enquanto Raul Danda aguarda pelo recurso à rejeição da sua candidatura por não ter 15 anos de militância ininterrupta.

 

O congresso da UNITA acontece de 13 a 15 de Novembro.



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