Luanda - Cinco pessoas foram detidas, incluindo o presidente do conselho de administração do centro comercial 'Hua Dragão', vulgo 'cidade da China', Jack Huag, por suspeita de produção de dinheiro falso em Viana e colocavam em circulação no mercado.

Fonte: Club-k.net

Embaixada chinesa pede secretismo para não beliscar relações diplomáticas 

A Procuradoria Geral da República realizou hoje quinta-feira, uma operação naquele centro comercial chinês, que resultou na apreensão de mais de 58 milhões de kwanzas em notas falsas, que se encontrava escondido num contentor naquele estabelecimento comercial.


Na operação denominada por resgate a moeda nacional, participaram efectivos do Serviço de Informações e Segurança do Estado, Serviço de Investigação Criminal e autoridades do município de Viana.


Uma fonte policial, que participou na operação, explicou trata-se de uma das maiores redes de contrafacção de moeda nacional, que desenvolve as suas acções com recurso a pessoas iletradas, que coloca os valores em circulação.


O procurador da República, titular de Viana norte, Luís Júnior, disse que acção foi possível através de uma denúncia, que resultou na detenção em flagrante de um funcionário que preparava-se para colocar as notas falsas em circulação.


O procurador disse o presidente da cidade da China, Jack Huang, tem um mandado de detenção, por apontarem grandes indícios de cometimento de crime. Referiu que se vai fazer acareação para produção de provas.


Fontes do SIC avançou que Jack Huag já tem desenvolvido esta prática há muitos anos, sob a protecção de altas figuras da polícia nacional e do SIC, que recentemente receberam cabazes luxuoso do referido empresário.


A fonte avançou que dentro do estabelecimento comercial 'Cidade da China', acontece de tudo um pouco, aos olhos das autoridades, desde o branqueamento de capitais, prostituição, exploração de menores, entesouramento da moeda nacional.


Face à detenção de Jack Huag, o embaixador da China em Angola está a envidar esforços juntos dos órgãos de comunicação social de Luanda, para não noticiarem o ocorrido, sob pretexto de beliscar as relações existente entre Angola e a China.

 



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